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Painéis Solares com Espessura de Papel Criados por Universidade Brasileira!

É incrível ver o avanço contínuo da tecnologia de células solares e como isso está contribuindo para a revolução da energia sustentável.


As células solares ultraleves desenvolvidas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em colaboração com a UFRJ representam uma inovação notável no campo da geração de energia solar.


Imagem: Divulgação


A capacidade de integrá-las de forma harmoniosa em diversas superfícies e a sua versatilidade excepcional realmente abrem portas para aplicações inovadoras.


Algumas características-chave dessa tecnologia incluem


Eficiência Energética Aprimorada: A geração de até três vezes mais energia em comparação com as células solares atuais é um avanço significativo.


Isso pode tornar a energia solar ainda mais competitiva em comparação com outras fontes de energia.


Durabilidade Aumentada: A maior durabilidade dessas células solares é crucial para garantir que os sistemas fotovoltaicos sejam economicamente viáveis a longo prazo.


Isso também pode resultar em redução de custos de manutenção e substituição.


Processo de Produção Inovador: A capacidade de fabricar essas células solares usando impressoras a rolo é uma abordagem altamente escalável.


Isso significa que grandes quantidades de células solares podem ser produzidas de maneira eficiente e rápida.


Versatilidade de Aplicação: A capacidade de aplicar essas células solares em uma variedade de superfícies, desde estruturas arquitetônicas até roupas e acessórios, amplia o potencial de sua adoção em várias indústrias.


Maior Tolerância a Ângulos de Incidência do Sol: A capacidade de gerar energia mesmo quando a luz solar incide em ângulos menos ideais é uma vantagem importante, especialmente em regiões onde a orientação solar é desafiadora.


A obtenção de uma patente para essa tecnologia é um passo importante, pois protege os esforços de pesquisa e inovação, permitindo que as universidades e os pesquisadores continuem desenvolvendo e comercializando essa tecnologia.


No geral, essa inovação destaca o poder da colaboração entre instituições acadêmicas e a aplicação da pesquisa científica no desenvolvimento de soluções concretas para desafios globais, como a transição para fontes de energia mais limpas e sustentáveis.


O processo de impressão


O avanço notável no campo da energia sustentável, a colaboração entre o Departamento de Física da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conduziu à criação de um processo revolucionário de células solares ultraleves.


A descoberta fundamental que viabilizou esse processo inovador repousa na interação entre um polímero semicondutor com átomo de silício e uma molécula aceitadora de elétrons conhecida como fulereno.


Imagem: Divulgação


Após a formação do filme, uma reação química de ligação é desencadeada entre esses elementos.


Essa reação ocorre por meio de um tratamento térmico ao qual o filme é submetido após o solvente ser evaporado.


Essa etapa crítica verifica a ocorrência efetiva da reação química, adicionando um novo componente ao processo de fabricação.


Essa abordagem oferece notáveis vantagens na fabricação de camadas ativas por meio de processamento pós-deposição.


Essa inovação é significativa, uma vez que a etapa de tratamento térmico acontece após a conclusão de todas as outras fases, consolidando a reatividade dos materiais semicondutores e permitindo maior controle sobre o processo global.


Os idealizadores dessa tecnologia visionária têm fortes convicções sobre seu potencial transformador.


A expectativa é que as células solares orgânicas, fruto desse avanço, se tornem mais econômicas, duráveis e eficientes em um horizonte não tão distante.


Isso, por sua vez, pode revolucionar a acessibilidade à energia solar, tornando-a uma realidade mais tangível e benéfica para uma gama mais ampla de pessoas e setores.


Na elaboração das células solares do presente e do futuro ressalta o compromisso contínuo das mentes acadêmicas em moldar um futuro energético mais sustentável e dinâmico.


Esse trabalho em conjunto reflete o poder da colaboração interinstitucional e da pesquisa aplicada na resolução de desafios globais prementes.



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